Augusto Barros Ferreira, (Barros), nasceu em Lisboa a 7 de Agosto de 1929, cidade onde cedo viu nascer a sua grande vocação para as manifestações artísticas.

É assim que, nos anos 50, completa os seus estudos na Academia de Belas Artes em Lisboa e realiza a sua primeira exposição individual no Palácio Foz (Antigo S.N.I).

Cedo se apercebeu que seguir uma carreira profissional no mundo das artes em Portugal não era exequível e que tinha de procurar novos horizontes.

Augusto Barros torna-se, assim, mais um exemplo paradigmático dos grandes artistas portugueses, que nunca chegaram a ver a sua obra reconhecida e valorizada, em vida, no seu próprio país.


1959 Após a obtenção de uma bolsa de estudos concedida pela Fundação Calouste Gulbenkian, Barros parte para a Alemanha, onde estuda e se torna discípulo do Mestre Hans Thiemann, da Escola Staadtliche Hochschule Fur Bildende Kunst, de Hamburgo.
1962 Expõe pela primeira vez nesta cidade com assinalável sucesso na Galeria Cometter. A pintura de Barros, começa então a definir-se impregnada de rigor, austeridade, mas também de enorme sensualidade. A sua "palette" limita-se, então, a duas ou três cores, onde predomina o cinzento e, por vezes um toque ou pincelada de vermelho fugaz, vem reforçar o mistério das suas telas. Esta primeira exposição internacional, viria logo a merecer diversos artigos com críticas favoráveis, publicados nos principais jornais alemães da época (Die Welt, Der Zeit, Hamburger Abenblatt, Bilt e Frankfurt Algemaine). Desloca-se a Paris, a convite de amigos e fica fascinado e seduzido pelo ambiente cultural e pela vida nocturna e de "Boemia" de St. Germain des Prés, de Montparnasse, Vavin e La Coupole e, sobretudo "...pelo charme das suas mulheres, verdadeiras parisienses (SIC)".

Foi nessa altura que conheceu e fez amizade com alguns pintores portugueses também radicados em Paris, tais como, Manuel Cargaleiro, Eduardo Luís, Fausto Boavida e Gonçalo Duarte.

Foi também apresentado e veio a tornar-se amigo de grandes nomes da pintura mundial da época e que integram a escola de Paris, com destaque para: Serge Poliakoff, Sonia Delaunay, Magnelli, Marcelle Can, Harting, Max Ernst, Paul Szasz Soulage e tantos outros.

Em finais de 1962 regressa a Portugal para reencontrar a família, e é convidado pelo conhecido Arq. Conceição e Silva para maquetista dos seus projectos. Ainda neste ano é convidado a participar no 2o Salão de Artes Plásticas da Fundação Calouste Gulbenkian.

Participa também na 2a exposição de Arte Moderna da Amadora. Porém, encorajado por amigos, entre os quais, Michel Seuphor, decide regressar a Paris.

Em 1963 fixa-se em Paris, onde alarga o seu leque de amigos, passando a privar de perto com Vieira da Silva, Arpad Szenes e Man Ray, de quem se torna particularmente amigo.

Durante as décadas de 60, 70, 80 e parte de 90, desenvolve uma roda viva de exposições individuais e colectivas, que o levam às principais cidades europeias, América do Sul, EUA, Coreia do Sul (Seul), intercalando também com exposições em Lisboa, Coimbra e Porto.
1963 Primeira grande exposição em Paris na Galerie des Jeunes. Após alguns meses a viver na capital francesa e encorajado pelos amigos, Poliakoff, Vieira da Silva, Cargaleiro e outros pintores portugueses radicados nesta cidade.
1964 Expõe na casa de Eva Eyquem, também em Paris. A partir daqui estava definitivamente consagrada a carreira de um grande pintor que iria ver as suas obras cobiçadas pelos maiores coleccionadores mundiais, museus e galerias.
- Nesse mesmo ano é convidado pela Academia de Belas Artes de Lisboa, para realizar aquela que viria a sua 1a Grande Exposição em Portugal, após a partida para a Alemanha.
1965 Participa também pela 1a vez numa exposição na Galeria Árvore, na cidade do Porto (Portugal).
1966 Expõe de novo em Paris, na Galerie Maywald.
1967 Participa na exposição "8 Pintores Portugueses" no Centro Cultural de Bruxelas (Bélgica). Neste mesmo ano integra a exposição "Pintores Portugueses em Paris" a convite da casa de Portugal em Paris.
1968 Expõe de novo em Bruxelas, desta vez convidado para uma "Colectiva" na prestigiada Galeria Souza Cardoso. Aí reencontra os amigos Poliakoff, Man Ray, Magnelli, Sonia Delaunay, Max Ernst, Marcelle Cahn e Michel Seuphor. Conhece ainda Miró, Cicioli, Di San Lazzaro e Jeanne CoppeL e Picasso.
1969 Realiza nova exposição individual na Galerie de Beaune em Paris, apresentada por Suzanne de Connick. Merece as mais honrosas críticas em artigos publicados nos jornais Carrefour des Artes, Les Lettres Françaises e Diário de Notícias. Michel Seuphor, poeta e velho amigo de Mondrian, reconhece as qualidades do pintor abstracto e escreve-lhe um longo artigo na prestigiada revista/livro XXéme Siècle Panorama 70.
1971 Participa pela primeira vez no "Salon Realités Nouvelles" também em Paris. Esta exposição merece um artigo muito especial dedicado ao pintor pelo poeta e crítico, Alain Jouffroy, publicado também na revista/livro XXéme Siècle Panorama 72. - Expõe pela primeira vez na Galeria S. Francisco em Lisboa.
1927 Expõe pela segunda vez na Galeria S. Francisco em Lisboa, e que foi apresentada pelo crítico de arte Egídio Álvaro
1973 Nova exposição em Paris, desta vez na Galeria L 55. Barros merece artigos de destaque os jornais Le Monde e Le Fígaro, assinados por Jean Marie Dunoyer. É então entrevistado pelos mais reputados críticos da época, Jean Jacques Levèque, Henry Gally, Charles e Andre Parinaud,e ainda, na O. R. T.F. -Office de Radio et Telev Française, France culture - Forum des Arts.

Participa, de novo, no SALÃO " Realités Nouvelles" em Paris.

Ainda, nesse ano, participa pela 1a vez, no Thèatre Municipal D ́Esch-Sur Alzette, Luxemburgo

É também convidado,a integrar uma Exposição na Maison DE LA Culture DE Saint Éttienne,PARIS

É convidado , pela 2a vez, a participar na Exposição CONFRONTATIONS, que tem lugar na Galerie L 50,PARIS - Participa novamente na Exposição "Diálogo 74" na Galeria DE S. Francisco em LISBOA

Realiza a sua 3a EXPOSIÇÃO no Salão, "Realités Nouvelles" em PARIS

É, novamente convidado para uma exposição individual NO "Centre Culturel Portugais" Fondation Calouste Gulbenkian em Paris
1974 Neste ano, BARROS vê a sua obra, de novo citada num artigo de Egidio Alvaro, para a Revista`XXème Siècle Panorama 74 - Le Surrealisme., Paris

Ainda este ano, vê as sua OBRA citada no DICIONNAIRE de L ARTS ABSTRAIT de Michel Seuphor, PARIS
1978 É seleccionado por Maître Rey a integrar a Exposição "LES HUNS", que reúne os ", 150 Melhores Pintores Mundiais da Época" , ao lado de nomes como : Sonia Delaunay; Goetz; Weiss ; Cahn ; Bilweis ; Lanskoy; Pavlowski, Vieira da Silva e tantos outros. Esta EXPOSIÇÃO, teve lugar na "Fondation Nationale des Arts Graphiques et Plastiques" , PARIS

BARROS, participa também nesse ano na EXPOSIÇÃO, " Peinture Portugaise Actuelle" no Centre Culturel Communal de Bretigny , FRANÇA

Expõe também na 1a Bienal de Arte de V. N. de Cerveira, Portugal
1979 1a Exposição na Galeria Alvarez – Dois Portos, Portugal

1a EXPOSIÇÃO na GALERIA TEMPO, Lisboa - Portugal
1980 1ère Biennale "ART & PAPIER"AU TOUQUET, FRANÇA

Nesta sua exposição o SEC. DE ESTADO DA CULTURA adquire uma das suas obras "TEMPERA SOBRE PAPEL" para o Musée D ́Art Moderne de la Ville de Paris, França
1981 Realiza a sua 1a EXPOSIÇÃO NA Galerie D ́Art Internationale de Paris, a convite do Director Anteiiglibota, FRANÇA Esta EXPOSIÇÃO virá a tornar-se ITINERANTE, tendo seguido depois para Milão e Chicago

BARROS , faz assim, nesse ano, a sua 1a EXPOSIÇÃO NA Galeria Zarathustra - "Arte Incontro". Milão

1a EXPOSIÇÃO , também em Chicago Sobre esta EXPOSIÇÃO , escreveria Egidio Alvaro, uma crónica no JORNAL DIARIO DE NOTICIAS "...embora saibamos já, desde há muito, é sempre bom repetir que estamos em presença de um extraordinário pintor."
Também o JORNAL LE MONDE,dedicar-lhe-ia um extenso artigo assinado por Jean Marie Dunoyer. "AUGUSTO BARROS, je n ́hesite pas a le proclamer, se place parmis les artistes contemporains, les plus attachants." De um artigo do conceituado critico italiano Riccardo Barletta, este excerto do artigo intitulado..."DANS LE GRIS ILUMINÉE DE GRIS" ".... a la recherche du cubisme perdu... le sentiment et le gris...esprit de finesse."
1982 4a participação do pintor no SALÃO "Realités Nouvelles" ...em Paris

Neste ano BARROS merece, finalmente, a atenção e o carinho dos mais conceituados críticos de Arte,
portugueses, que lhe dedicam extensos artigos com os mais rasgados elogios, e referencias ao seu eeeeeepercurso e ao reconhecimento da sua obra,nos principais jornais de Lisboa da época,,, DIARIO DE NOTICIAS, DIARIO POPULAR, TARDE , DIÁRIO DE LISBOA E SEMANARIO TEMPO(vide anexoreportagens )

Participa ainda, pela 1a vez, na EXPOSIÇÃO COMEMORATIVA DO DIA DE PORTUGAL na Figueira da Foz.

Realiza também a sua 1a EXPOSIÇÃO na GALERIA DE ARTE DO CASINO DO ESTORIL, no prenuncio da GRANDE EXPOSIÇÃO que se viria a realizar em 1990 impulsionada por Nuno Lima de Carvalho,Lisboa
1983 De novo em Lisboa, participa, pela 1a vez, na EXPOSIÇÃO "PINTORES PORTUGUESES DE PARIS" na Alliance Francaise. Lisboa
1984 É de novo convidado, pela 2a vez, pela Alliance Française, de Lisboa, para a EXPOSIÇÃO " MON BEAU PARIS"

Faz também parte de uma "COLECTIVA" na FACULDADE DE CIENCIAS E TECNOLOGIA, da, UNIVERSIDADE NOVA DE LISBOA, onde expõe ao lado de ....Manuel Cargaleiro, Rico Sequeira, Francisco de Almada, Manuela de Sena, entre outros

1985 Realiza nova EXPOSIÇÃO INDIVIDUAL, de novo na "GALERIE ART INTERNATIONAL", a convite de ANTE GLIBOTA (Director e organizador do catálogo das Olimpiadas de Arte de Seul 88) , Paris

É novamente convidado a expor . pela 3a vez, na Alliance Française de Lisboa
1986 Expõe pela 1a vez na Alliance Française de Coimbra (Edifício Chiado)

Neste ano, BARROS faz também a sua 1a EXPOSIÇÃO NA GALERIA I.A.M. em LISBOA
1988 Algo de muito importante e prestigiante , na carreira e no prestigio do pintor acontece este ano. BARROS, é convidado pelo COMITÉ OLIMPICO DE PARIS, e pelo COMISSÁRIO GERAL DA INTERNATIONAL CONTEMPORARY PAINTING EXHIBITION, CHO OK NAI, para representar PORTUGAL, nas OLIMPIADAS DE ARTE CONTEMPORANEA de SEUL (COREIA DO SUL) tornando-se assim , um dos dois UNICOS PINTORES PORTUGUESES , a estar presente num certame desta dimensão e prestígio. ( o outro foi Júlio Pomar )

BARROS, teve assim a oportunidade de expor conjuntamente com outros artistas de renome mundial, naquela que viria ser classificada como....".... A MAIOR OLIMPIADA DE ARTE JAMAIS REALIZADA (17 DE AGOSTO DE 88 a 05 OUTUBRO DE 88.

BARROS, viria também a ser convidado pela ORGANIZAÇÃO DAS OLIMPIADAS, a realizar uma EXPOSIÇÃO INDIVIDUAL, no fim desse ano na cidade de Seul.

Após esta exposição, BARROS, qual "filho pródigo", regressa de vez a PORTUGAL, e fixa se de novo em Lisboa, na linha do Estoril.

A sua actividade artística, manteve-se porém activa até ao fim da vida, alternando EXPOSIÇOES EM PORTUGAL E FRANÇA .

Ainda neste ano, realiza a sua 4a EXPOSIÇÃO na Alliance Française de Lisboa
1989 Expõe , pela 1a vez na EXPONOR II .- PORTO

Realiza ainda nesse mesmo ano, uma REPRESENTATIVA EXPOSIÇÃO INDIVIDUAL, com mais de 18 GUACHOS EMBLEMÁTICOS no centro de arte UNIBANCO, em LISBOA

Expõe na GALERIA CONSTANCIA, na VIII EXPOSIÇÃO DE OUTONO
1990 Graças ao êxito da exposição do ano anterior, é de novo convidado para expor na EXPONOR III, PORTO

Expõe de novo no SALÃO DE PEQUENO FORMATO e no XI SALÃO DE OUTONO da GALERIA DE ARTE DO CASINO ESTORIL

Participa ainda numa "COLECTIVA" na GALERIA TRIANGULO 48 em Lisboa

É de novo convidado pela GALERIA DE ARTE DO CASINO ESTORIL, para uma "COLECTIVA DE VERÃO", ao lado de nomes grandes da PINTURA CONTEMPORÃNEA, com destaque para : Manuel Cargaleiro, Artur Bual, Francisco Relogio, Maluda, Mario Cesariny, Andriewiski, Katz, Chichorro, e, muitos outros
1991 Nova EXPOSIÇÃO na GALERIA DE ARTE DO CASINO ESTORIL, desta vez no XII SALÃO DE OUTONO

Expõe de novo na EXPO, a convite da GALERIA DA SECRETARIA REG DE TURISMO DO FUNCHAL, Madeira

Integra também a XI EXPOSIÇÃO DA PRIMAVERA na GALERIA DE CONSTANCIA, Portugal - 5a EXPOSIÇÃO na Alliance Française de Lisboa, com o tema "PEINTURES RÈCENTES"

(A propósito desta Exposição LUIS ALVES DA COSTA, escreveria um longo e enaltecedor artigo de opinião - vide anexo)
1992 2a Participação INDIVIDUAL, na Expo, GALERIA DA SEC. REG. DE TURISMO do FUNCHAL (Esta exposição contou com a colaboração da ALLIANCE FRANÇAISE DE LISBOA) Por altura desta Exposição, Jorge Guimarães escreveria também um artigo muito interessante que incluímos em anexo.
1997 Realizou se na GALERIA DE S BENTO, em LISBOA, aquela que viria a ser, a ultima grande exposição do pintor, em vida.

Sobre esta Magnifica exposição, destacamos o que, na altura escreveu o Jornal espanhol, EL PUNTO DE LAS ARTES: "...Esta exposición, proporciona la oportunidad de acercarse a uno de los mejores momentos de un excelente artista, al tiempo qué recupera uno de los nombres determinantes de la pintura portuguesa de este siglo".

AUGUSTO DE BARROS, faleceu a 10 DE FEVEREIRO DE 1998, e está sepultado em Trajouce - Lisboa

Muito se escreveu, na altura, sobre a obra e a vida deste grande pintor.

Permitimo-nos reproduzir o que sobre ele escreveu Nuno Lima de Carvalho"...humilde como poucos da sua envergadura. O seu coração soçobrou a uma vida inteira e ao desgosto magoado pelo aproveitamento de uns tantos, que foi topando pela vida fora e, que algumas vezes, exploraram a sua boa fé e credulidade, quase infantil".

Após a morte de Augusto de Barros, realizaram se várias exposições por todo o país, das quais destacamos as seguintes:
Após a morte de Augusto de Barros, realizaram se várias exposições por todo o país, das quais destacamos as seguintes:
2000 SALÃO DE OUTONO - GALERIA DO CASINO ESTORIL, LISBOA.

GALERIA PIRAMIDE, LISBOA
2003 GALERIA IOSEPHUS " HOMENAGEM" - EXPOSIÇÃO INDIVIDUAL, LISBOA
2006 GALERIA DE S. FRANCISCO - EXPOSIÇÃO INDIVIDUAL DE HOMENAGEM, LISBOA
2008 GALERIA MUNICIPAL DO MONTIJO.
Ao longo da sua vida de " bon vivant" , aventureiro e , saudável "boémio", Barros confraternizou e foi amigo dos maiores nomes da pintura, da literatura , da poesia e da música da época, com destaque para:

SERGE POLIAKOV, SONIA DELAUNAY, MAN RAY, MANUEL CARGALEIRO JÚLIO POMAR, VIEIRA DA SILVA, ARPAD SZENES, PICASSO, SALVADOR DALI, MAGNELLI, MARCELLE KAHN, HARTUNG, MAX HERNST, PAUL SZASZ, MALUDA, E FRANÇOISE HARDY (que também era pintora) MUCHA CAMILLE, CHARLES AZANVOUR, JEAN PAUL SARTRE, SOULAGE, DI SAN LAZZARO, EDUARD LOEB, ALLAIN JOUFFROY, MICHEL SEUPHOR, GEORGE POMPIDOU, JEAN JACQUES LEVÈQUE, EGIDIO ALVARO, RICO SEQUEIRA, EMANUEL NUNES... e, alguns mais...



MUSEUS EM QUE A SUA OBRA ESTÁ REPRESENTADA

MUSEU GULBENKIAN DE LISBOA
PORTUGAL MUSEU DE ARTE MODERNA DE PARIS
FRANÇA MUSEU DE BONA
ALEMANHA MUSEU DE MILÃO
MUSEU DE ARTE MODERNA DE BRASILIA
BRASIL MUSEU DE CHICAGO
E. U. A. FUNDAÇÃO CALOUSTE GULBENKIAN- LISBOA
MUSEU DE ARTE CONTEMPORÂNEA -LISBOA


PRINCIPAIS CIDADES EM QUE EXPÕS:

LISBOA - HAMBURGO - COLONIA - PARIS - MILÃO - SEUL (COREIA) - PORTO - COIMBRA - FUNCHAL - CHICAGO - BRUXELAS - LUXEMBURGO - BRASÍLIA


DICIONÁRIOS ONDE O PINTOR E A SUA OBRA SÃO REFERIDOS

DICIONÁRIO DE PINTORES E ESCULTORES PORTUGUESE
- FERNANDO PAMPLONA - LISBOA
DICIONARIO DE ARTE ABSTRACTA
- MICHEL SEUPHOR - PARIS
MICHAEL TANNOCK
- ARTISTAS PORTUGUESES - LONDRES


O Nome do Pintor foi atribuído a duas Ruas, nos Concelhos de Oeiras e Almada, como homenagem das respectivas Câmaras Municipais.